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Guia do Campeonato Paranaense 2021

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Neste sábado (27), começa o Paranaense 2021. O Estadual marca o início da temporada, que ainda será sem torcida, mas promete muitas emoções. E para ficar por dentro de tudo do certame, preparamos o Guia do Campeonato Paranaense 2021, com informações como perfil das equipes, contratações, time base, craque, técnico e histórico recente. Absolutamente tudo sobre os 12 clubes que entram na disputa: o nosso querido Londrina, Athletico, Azuriz, Cascavel CR, Cianorte, Coritiba, FC Cascavel, Maringá, Operário, Paraná Clube, Rio Branco e Toledo.

A fórmula ainda segue a mesma. As equipes se enfrentam em turno único, onde os dois últimos são rebaixados à Divisão de Acesso oito primeiros vão as quartas de finais, com o primeiro encarando o oitavo, o segundo o sétimo e assim sucessivamente. Quartas de finais, semifinais e final são definidos em confronto de ida e volta, com a equipe de melhor campanha definindo o confronto em casa. O que mudou mesmo foi a transmissora do Paranaense, que neste ano será a Rede Massa. A emissora do apresentador Ratinho irá transmitir uma partida por rodada, sempre às terças, às 21h30, e sábados, às 17h15.

Por: Vinícius Eira e Júnior Azevedo
Arte: Vinícius Eira


Londrina Esporte Clube

Fundação: 5 de abril de 1956;
Cidade: Londrina;
Estádio: Estádio do Café, com capacidade para 36.056 torcedores;
Participações no Paranaense: 60 participações;
Títulos do Paranaense: 4 (último em 2014).

Time base: Dalton (César); João Carlos, Marcondes, Willian Correia (Lucas Costa) e Luiz Henrique; Jean Henrique, Matheus Bianqui (Luan Marchiori) e Adenílson; Thiago Henrique, Douglas Santos e Safira (Jonatas Belusso).

Chegaram: Thiago Henrique (Criciúma), João Carlos (Brusque), Jean Henrique (Atlético-PB), Marcelo Freitas (Nacional-PT), Luiz Henrique (Juventus-SC), César (Vitória), Safira (CRB) e Jonatas Belusso (Juventude).

Saíram: Gedeílson, Rafael Rosa (Hercílio Luz-SC), Jeferson Silva (Paraná Clube), Marcel (Portimonense-PT), Igor Paixão (Coritiba), Samuel Gomes (Goiás), Chicão Amorim (Famalicão-PT), Alan Cardoso (Santos), Caíque Valdívia (Juventude), Fábio Matos (Jacuipense), Júnior Pirambu (Brusque) e Maltos (Famalicão-PT).

Craque: Adenílson. O meia chegou ao Londrina no decorrer da Série C, e rapidamente caiu nas graças do torcedor. Adenílson foi peça fundamental no acesso do Tubarão, sendo líder de gols e assistências do clube na competição, além de carregar o protagonismo técnico. A permanência do atleta para 2021 é considerado o maior reforço alviceleste da pré-temporada, e todos esperam que o desempenho de 2020 se repita para que o LEC alcance seus objetivos na temporada.

Técnico: Sílvio Canuto. O ex-volante, com passagens por clubes como XV de Piracibaca, Guarani, Atlético Paranaense, Internacional, futebol japonês, e principalmente, o Londrina, onde foi formado e encerrou a carreira, terá agora a primeira oportunidade como treinador principal. Sua trajetória fora das quatro linhas começou em 2018 no sub-17 alviceleste. Canuto foi subindo de categoria, venceu o Paranaense sub-19 em 2019, e foi interino da equipe principal em duas oportunidades: no rebaixamento em 2019 e no acesso em 2020/2021. Agora, efetivado, quer cravar ainda mais o nome na história do Tubarão com Paranaense e Série B pela frente.

Retrospecto recente: O 2020 do Londrina foi um misto de emoções. O primeiro semestre foi para se esquecer, com 6º lugar na primeira fase do Paranaense, eliminação na primeira fase da Copa do Brasil, e goleada contra o Athletico nas quartas de finais do estadual. Para a Série C, o clube se reforçou, acrescentou experiência e qualidade, contou com uma excelente campanha em casa, e conseguiu garantir o acesso à Série B no apagar das luzes do último jogo. Para 2021, o torcedor sonha alto, e quer ver o Tubarão erguendo troféu e retornando a Série A.


Azuriz Futebol Clube

Fundação: 18 de fevereiro de 2018;
Cidade: Marmeleiro;
Estádio: Municipal dos Pioneiros (Pato Branco), com capacidade para 1.500 torcedores;
Participações no Paranaense: estreante;
Títulos do Paranaense: nenhum título;

Time Base: Elias; Igor Bosel, Bedoya, Vinícius e Neuton; Vacaria, Rezende e Hayner; Juan, Patrick Alves e Lucas Vieira.

Chegaram: Elias (Chapecoense), Bedoya (Deportivo Cuenca),Vinícius (Inter de Santa Maria-RS), Mateus Mendes (Brasil de Pelotas), Iacovelli (Betim-MG), Kendy (Metropolitano-SC), Lucas Vieira (Rolândia), JP (Nacional), Hayner (Cuiabá-MT), Ednei (Aquidauanense-MS), Kesley (São Luiz-RS), Fábio (Operário), Vacaria (Próspera-SC) e Edson (sem clube)

Saíram: Samuel (Botafogo-PB), Patrikão (Maringá), Eydison (futebol do Vietnã), Josiel e William Barão (Cuiabá-MT)

Craque: Patrick Alves. Paraibano, o meia-atacante de 26 anos foi um dos principais destaques do inédito acesso e título do Azuriz na Divisão de Acesso. Em 13 jogos pelo Gralha Azul, Patrick anotou dois gols e deu quatro assistências. Após se destacar, o jogador renovou contrato para disputar a elite do futebol paranaense. 

Técnico: Fabiano Daitx. Contratado para o lugar de Reginaldo Vital (técnico do acesso e título), o treinador gaúcho chega após disputar a segunda divisão gaúcha pelo Glória. Com 46 anos, Fabiano teve o seu melhor trabalho em 2019, quando subiu o Ypiranga para a primeira divisão gaúcha. No mesmo ano, o comandante treinou o Avenida e quase chocou o Brasil ao abrir 2 a 0 no Corinthians pela Copa do Brasil, em Itaquera, e acabou derrotado por 4 a 2.

Retrospecto recente: Fundado em 2018, o Azuriz vem tendo uma história meteórica no futebol paranaense. A equipe herdou uma vaga na Divisão de Acesso do ano passado e fez história ao garantir o inédito acesso e título da competição diante do Maringá. Estreante na elite, a equipe contratou mais de dez jogadores para disputar o certame.


Cascavel Clube Recreativo

Fundação: 17 de dezembro de 2001;
Cidade: Cascavel;
Estádio: Estádio Olímpico Regional Arnaldo Busatto, com capacidade para 28.125 torcedores;
Participações no Paranaense: 9 participações;
Títulos do Paranaense: nenhum título.

Time base: Tom; Mateus Favalli, Cuero, Vinicius e Ramon; Willian Rodrigues, Fernando, Lucy, Adrian e Mateus Vieira; Romário Becker.

Chegaram: Lucas Alves, Lucy e Mateus Favalli (Araucária-PR), Tom (Juventus-SP), Lapa (Navegantes-SC), Lucas Faria (São Joseense-PR) e Romário Becker (Ferroviário-CE).

Saíram: Fernando (Concórdia-SC), Daniel Reis (Angra dos Reis-RJ), Fernando Dias (Ceará), Guilherme Nicolodi (Boca Júnior-SE), Marquinhos (Araguacema-TO), Cristian (Olaria-RJ), Fabinho Paulista (Iguaçu-PR), Lorran (Monte Azul-SP), Caiqui (Itarema-CE), Matheus Oliveira e Biel (Nacional-AM), Guga (Itararé-SP), Léo Cine (Campinense-PB), Antônio Carlos (Serrano-RJ), Diego Lopes (São Bernardo-SP) e Pedro Igor (Amazonas).

Craque: Romário Becker. Criado no futebol amador de Curitiba, o meia e atacante Romário Becker é a esperança de gols e qualidade técnica na equipe do Cascavel CR. Além de Triste e SOBE Iguaçu, do amador da capital, o jogador teve passagens por Hercílio Dias, Atlético Tubarão, Joinville, Campinense e na temporada passada, disputou a Série C pelo Ferroviário. Destacando-se pela versatilidade, Romário pode ser o armador e também o centroavante, e terá a missão de conduzir o Cascavel a parte de cima da tabela.

Técnico: Alex Alves. Visando uma vaga para a segunda fase do Paranaense, o Cascavel CR aposta no ex-atacante Alex Alves como treinador. Como jogador, teve muita identificação com a Juventus-SP, além de passagens marcantes por Portuguesa, Cruzeiro e Botafogo. Como técnico, começou a carreira em 2016, e comandou o Nacional-SP e a Juventus-SP. Agora, chega a Serpente buscando aplicar um futebol ofensivo e de gols, como era acostumado a fazer em seus anos dourados, para tentar ter um estadual mais tranquilo do que os de anos anteriores.

Retrospecto recente: O Cascavel CR teve uma década conturbada, com rebaixamentos, ano de inatividade e reestruturação que culminou no retorno à elite do estadual em 2019. Mas as campanhas na primeira divisão não empolgaram, a equipe brigou contra o rebaixamento nas duas temporadas, terminando em 9º em ambas, e busca, no seu aniversário de 10 anos, surpreender o estado para figurar em uma divisão nacional pela primeira vez na história.


Cianorte Futebol Clube

Fundação: 13 de fevereiro de 2002;
Cidade: Cianorte;
Estádio: Albino Turbay, com capacidade para 4 mil torcedores;
Participações em Paranaense: 15;
Títulos no Paranaense: nunca conquistou.

Time base: Bruno; Michel, Maurício, Eduardo Doma e Rael; Zé Vitor, Calebres, Gabriel Pereira e Thales; Grafite e Wilson Junior.

Chegaram: Grafite (São Bernardo), Rael (Oeste-SP), João Mafra (Londrina), Eduardo Doma e Gercimar (FC Cascavel), Pachu (Atlético-PB), Gabriel Soares (XV de Piracicaba-SP), Tales (Treze-PB), Michel e Wilson Júnior (Camboriú-SC), Bernardo e Matheus Machado (Jacuipense-BA), Evandro (Central-PE), Feliphe Gabriel (Santa Cruz-PE), Vitor Salvador (ABC-RN), Yago Rafael (Red Bull Brasil), Ynaiã (Luverdense-MT), Matheus Àvila (Figueirense-SC), Gabriel Pereira (futebol da Bulgária) e Wellington Melo (futebol da Tunísia)

Saíram: Júnior Prego, Evandro, Feliphe Gabriel, Lucão e Farinha (dispensados por indisciplina) 

Craque: Grafite. Contratado para esta edição do Campeonato Paranaense, o atacante Grafite de 23 anos chega do São Bernardo como grande esperança de gols do Leão do Vale. Natural de Bauru-SP, o jovem atacante jogou o Estadual do ano passado pelo PSTC.

Técnico: João Burse.De contrato renovado, o jovem treinador comandará o Leão do Vale pela segunda temporada consecutiva. Natural de São Paulo, o jovem técnico de 38 anos começou na base do Palmeiras e depois passou pelo sub-20 do Vitória-BA. No Cianorte, Burse está tendo a sua primeira experiência no futebol profissional. 

Retrospecto recente: Semifinalista na edição passada, o Cianorte passou por uma grande reformulação no seu elenco. Sem calendário para o segundo semestre de 2020, o Leão do Vale liberou todos os jogadores e ficou inativo por pouco mais de seis meses. Com o calendário cheio para 2021 (Paranaense, Copa do Brasil e Série D),a equipe vem confiante buscando repetir a campanha da temporada anterior.


Club Athletico Paranaense

Fundação: 26 de março de 1924;
Cidade: Curitiba;
Estádio: Arena da Baixada, com capacidade para 42.372 torcedores;
Participações em Paranaense: 97;
Títulos do Paranaense: 26 (atual tricampeão).

Time Base: Bento, Edu, Luan Patrick e Lucas Halter; Reinaldo, Matheus Anjos, Denner e Jaderson; Kleiton, Jajá e Vinícius Mingotti.

Chegaram: Matheus Anjos (Botafogo-SP) Jáderson e Kleiton (Santa Cruz-PE), Pedrinho (Oeste-SP), Anderson (Náutico-PE), Reinaldo e Julimar (Criciúma-SC), Jandrei (Genoa-ITA), Denner (Chapecoense-SC), Renan Soares (Inter de Limeira-SP), Elias Resende (Guarani-SP) e Daniel Martins (Novorizontino-SP).

Saíram: Paulo Victor (Joinville-SC), Luca Caio (CRB-AL), Fabinho (Chapecoense-SC), Demethryus e Léo Simas (Rio Branco-PR) e João Pedro (FC Cascavel).

Craque: Matheus Anjos. De volta ao Athletico para a disputa do Estadual, o meia Matheus Anjos é o principal destaque da equipe. O jogador de 23 anos fez 36 partidas pelo Botafogo-SP na Série B do Brasileirão e chega com mais experiência ao Furacão. Anjos também conta com passagens pelo Paraná Clube e Guarani.

Técnico: Antônio Oliveira. Auxiliar técnico do Athletico, o português Antônio Oliveira será o comandante do time de Aspirantes do Furacão no Estadual. Aos 38 anos, o jovem treinador chegou ao clube em outubro de 2020, após passagens pelo Santos e futebol do Kuwait (ambos como auxiliar-adjunto). No atual tricampeão paranaense, o português terá o seu primeiro trabalho em equipes principais.

Retrospecto recente: Atual tricampeão do Paranaense, o Athletico chega como favorito mais uma vez no Estadual. Na atual edição, o clube deve adotar a mesma estratégia da temporada passada; utilizando o time de Aspirantes na primeira fase, e alguns titulares no mata-mata. A grande curiosidade do Furacão para a competição, é que o clube inscreveu mais de 70 jogadores, já que no regulamento da FPF não há limite de atletas.


Coritiba Foot Ball Club

Fundação: 12 de outubro de 1909;
Cidade: Curitiba;
Estádio: Estádio Major Antônio Couto Pereira, com capacidade para 40.502 torcedores;
Participações no Paranaense: 97 participações;
Títulos do Paranaense: 38 títulos (último em 2017).

Time base: Wilson; Natanael, Henrique Vermudt, Nathan Ribeiro e Romario; Matheus Sales, Mattheus Oliveira e Matheus Bueno; Rafinha, Waguininho e Igor Paixão.

Chegaram: Val (Botafogo-SP), Luciano Castán (CSA), Jhony Douglas (Paraná Clube), Valdeci (Sportivo Luqueño-PAR), Waguininho (Guarani), Romário (Santos), Wellington Carvalho (Ponte Preta), Léo Gamalho (Al Khor-QA), Thiago Lopes (Vitória), Igor Paixão (Londrina), Robinho (Grêmio) e Willian Farias (Hatta Club-EAU)

Saíram: Thalisson Khelven (Inter de Limeira-SP), Kazu (North Texas SC-EUA), Júlio Rusch (São Bento), Nathan Fogaça (San Antônio-EUA), Alex Muralha (Mirassol), Nathan Silva (Atlético-MG), Robson e Ricardo Oliveira.

Craque: Wilson. O goleiro de 37 anos, e ídolo do Coxa, terá uma missão árdua pela frente: liderar o Coritiba de volta às glórias do passado. Liberado antes do término do Brasileirão para se preparar para a temporada 2021, Wilson será a liderança técnica e experiente que irá comandar o clube no primeiro semestre, já que a ideia do presidente Renato Follador é mesclar a juventude da base com novos reforços em um primeiro momento.

Técnico: Gustavo Morínigo. Pensando no planejamento para 2021, o Coritiba contratou o treinador paraguaio Gustavo Morínigo no início do ano. O comandante esteve à frente do Coxa em seis rodadas no Brasileirão, não conseguiu evitar o rebaixamento, que já era quase certo, mas teve um mês de trabalho no alviverde para pensar na reestruturação do Coxa. Morínigo tem 43 anos, e acumula passagens pela seleção de base do Paraguai, além de Libertad, Cerro Porteño e Nacional, onde foi vice-campeão da Libertadores de 2014.

Retrospecto recente: 2020 definitivamente não foi um bom ano para o Coritiba. Após retornar a Série A, o torcedor coxa-branca estava ansioso pelo o que poderia pintar no ano. Mas além da pandemia, o clube perdeu o Paranaense nos minutos finais para o maior rival, Athletico, e foi rebaixado com um futebol muito pobre, e uma bagunça administrativa. Com um novo técnico e uma nova chance de recomeçar, o Coritiba quer voltar ao alto da glória, vencendo o Paranaense depois de três edições.


Futebol Clube Cascavel

Fundação: 16 de janeiro de 2008;
Cidade: Cascavel;
Estádio: Estádio Olímpico Regional Arnaldo Busatto, com capacidade para 28.125 torcedores;
Participações no Paranaense: 7 participações;
Títulos do Paranaense: nenhum título.

Time base: Ricardo; Líbano, Diego Giaretta, Willian e Willian Simões; Oberdan, Duda, Robinho e Willyan Sotto; Léo Itaperuna e Peu.

Chegaram: Willian Simões (Náutico), Lucas Oliveira (Barra-SC), Peu (Aves-PT), Rogerio Leichtweis (San Lorenzo-PAY) e João Pedro (Athletico Paranaense).

Saíram: Marcel (Criciúma), Raul (Aimoré), Eduardo Doma e Gercimar (Cianorte), Raul (Vitória da Conquista), Júnior Prego (Portuguesa), Paulo Baya (Ventforet Kofu-JP), Franco (Uberlândia), Pablo Pardal (Sport), Anderson Cavalo (Bandeirante-SP) e Magno (Naútico). 

Craque: Léo Itaperuna. Um dos destaques da Série D do FC Cascavel em 2020 foi Léo Itaperuna. Formado nas categorias de base do Fluminense, o jogador acumula passagens por Paraná, São Bento, Vila Nova, entre outros. Léo ainda esteve no forte Arapongas no começo da década, e é ídolo no Sion da Suíça. No Brasileiro do ano passado, foram 16 jogos e quatro gols, e o atacante quer repetir, e até melhorar, a dose para levar a Serpente a voos ainda maiores.

Técnico: Tcheco. O conhecido ex-meia de Coritiba, Grêmio, Santos e outros, se tornou treinador, e busca na emergente equipe do FC Cascavel a oportunidade de se mostrar para o país também fora das quatro linhas. Tcheco começou sua carreira como técnico em 2012, foi auxiliar no Coritiba e no Paraná, também foi interino no Coxa, além do trabalho pelo Barra-SC. Na temporada passada, esteve à frente do Rio Branco-PR, e levou o Leão da Estradinha à segunda fase. Mas por conta de problemas financeiros do clube durante a paralisação em função da pandemia, foi demitido antes das quartas de finais.

Retrospecto recente: O FC Cascavel quer surpreender de novo. Após a grande estruturação física e financeira, com CT moderno, patrocínios fortes e grande apoio local, a Serpente busca repetir a dose de 2020, quando foi 3ª colocada no Paranaense (melhor campanha na história), e avançou até a segunda fase da Série D. E mesmo perdendo peças importantes como Adenílson e Paulo Sérgio, o Aurinegro segue investindo forte em busca de um título inédito do estadual, e de calendário fixo no cenário nacional. Olho neles!


Maringá Futebol Clube

Fundação: 27 de novembro de 2010;
Cidade: Maringá;
Estádio: Estádio Regional Willie Davids, com capacidade para 21.600 torcedores;
Participações no Paranaense: 6 participações;
Títulos do Paranaense: nenhum título.

Time base: Caio; Nhayson, Vilar, Rafael e Carlinhos; Sheldon, Cazonatti e Parrudo; Vinicius, Mirandinha e Patrikão.

Chegaram: Abel Paredes (Sampaio Corrêa), Guilherme Salles (Ponte Preta), Patrick Sales (Azuriz), Rafael Castro (São José-RS), Gustavo Vintecinco (Busan IPark-KOR), Rodrigo Bassani (Zacatepec-MX), Caio (Athletico), Gustavo Cazonatti (Brasil de Pelotas), Matheus Morais (Santos), Marcello Henrick (Planatina-DF), Lucas Alves (São Carlense-SP), Nhayson (Red Bull Brasil), Geovane (São Luiz-RS), Daniel dos Santos (Rio Branco-PR), Danilinho (Metta-LV), Vinícius Farias (Nacional-SP) e Carlinhos (CSA).

Saíram: Tadeu (Taubaté-SP), Paulinho (Treze) Casanova (Itararé-SP) Guilherme (Capivariano), André Ferlini e Lucas Cezane (Monte Azul-SP), Lucca (Vila Nova), Dênis Neves (Portuguesa), Lucas Lourenço (Patrocinense-MG) e Xavier (Nação-SC).

Craque: Cazonatti. No meio da jovem equipe do Maringá, uma das grandes promessas, e que chega para ser a referência técnica do Dogão, é o meia Gustavo Cazonatti. Formado nas categorias de base do Santos, o atleta, de 24 anos, já tem passagens pelo futebol português, e em 2020 disputou a Série B pelo Brasil de Pelotas. Com preferência para atuar como segundo volante, Cazonatti tem bom passe, auxilia bastante na saída de bola, tem presença ofensiva, e pode ser uma das revelações do Paranaense 2021.

Técnico: Marcos Soares. Para comandar o projeto ambicioso do Maringá de retornar a competições nacionais, a diretoria do Dogão contratou o técnico Marcos Soares, de 45 anos. O treinador começou sua carreira no Centro Oeste, passando por Brasiliense, Brasília Ceilandense e Anápolis, até se aventurar nas categorias de base, com passagens por Santos, Corinthians e mais recentemente, o Botafogo.

Retrospecto recente: O Maringá passou por uma grande reestruturação de marca, identidade e estrutura para voltar a ser uma grande potência no estado. E para isso, a meta é classificar para a segunda fase do Paranaense e buscar uma vaga em competição nacional. O dogão é o atual vice-campeão da divisão de acesso estadual, após perder para o Azuriz na final, e quer surpreender no retorno a elite, apostando na juventude, tanto dentro de campo, como no comando técnico.


Operário Ferroviário Esporte Clube

Fundação: 1 de maio de 1912;
Cidade: Ponta Grossa;
Estádio: Estádio Germano Krüger, com capacidade para 10.632 torcedores;
Participações no Paranaense: 49 participações;
Títulos do Paranaense: 1 título (em 2015).

Time base: Simão; Alex Silva, Rafael Bonfim, Léo Rigo e Fabiano; Leandro Vilela, Marcelo e Tomas Bastos; Jean Carlo, Rafael Oller e Ricardo Bueno.

Chegaram: Djalma Silva (Confiança), Léo Rigo (Ituano), Odivan (Juventude), Felipe Garcia (Chapecoense) e Simão (Paços de Ferreira).

Saíram: Reniê (Mirassol), Ricardo Silva (América-MG), Maranhão, Jiménez (CRB), Diego Cardoso, Martín Rodríguez.

Craque: Ricardo Bueno. A principal contratação do Fantasma para 2021 não é necessariamente um reforço, mas sim a renovação do artilheiro Ricardo Bueno. O atacante de 33 anos segue em Vila Oficinas, dessa vez para tentar levar o Operário a glória desde o início da temporada. Em 2020, foram nove gols em 18 jogos, que colocou a equipe na briga pelo acesso. O atleta coleciona passagens por times como o Palmeiras, Atlético Mineiro, Ceará, Santa Cruz e o Londrina, onde fez uma grande temporada em 2009, se destacou e foi para o Grêmio.

Técnico: Matheus Costa. Outro personagem que contribuiu diretamente para a briga pelo acesso à Série A do Operário em 2020 foi o técnico Matheus Costa, que chegou no meio da temporada, conseguiu 10 vitórias em 21 jogos, e foi muito elogiado pela torcida. Apesar de jovem, apenas 34 anos, o treinador já teve passagens por Paysandu, Confiança, Joinville, e foi auxiliar técnico no Coritiba. Seu principal trabalho foi no Paraná, seu primeiro clube, onde assumiu como interino, mas garantiu a volta do Tricolor à primeira divisão do Brasileiro após 10 anos.

Retrospecto recente: Após campanha regular na Série B, com um 8º lugar, mas brigando pelo acesso, principalmente pelo bom segundo turno após a chegada de Matheus Costa, o Fantasma conseguiu manter a base do grupo, e larga com um dos favoritos ao título estadual. No Paranaense de 2020, o OFEC terminou a primeira fase em 4º, mas caiu para o Cianorte nas quartas de finais e decepcionou a torcida. Mas 2021 empolga, e mesmo com o objetivo maior sendo o acesso à Série A do Brasileirão, o Operário ainda quer levar a taça do estadual de volta ao interior.


Paraná Clube

Fundação: 19 de dezembro de 1989;
Cidade: Curitiba;
Estádio: Durival Britto, com capacidade para 17.140 torcedores;
Participações em Paranaense: 31;
Títulos do Paranaense: 7 (último em 2006).

Time base: Renan; Jaílson, Micael, Jeferson Silva e Christianno; Kaio, Thiago Alves, Guilherme Biteco e Mazinho; Da Silva e Hugo Sanches. 

Chegaram: Bruno Grassi (CSA-AL), Lucas Wingert (Internacional-RS), Jeferson Silva (Portimonense-POR), Elielton, Juninho e Micael (Paysandu-PA), Anderson Salles (Santo André-SP), Jaílson (Deportivo Aves-POR), Christianno (América-RJ), Ramires (Pelotas-RS), Mazinho (Operário-PR), Gustavinho (Joinville), Hugo Sanches (Vila Nova-GO), Da Silva (Grêmio-RS), Lucas Abreu (Guarani-SP) e Moisés Gaúcho (Juventude-RS).

Saíram: Paulo Henrique e Rafael Bressan (Juventude-RS), Fabrício (CSA-AL), Alisson e Philipe Maia (Criciúma-SC), Jean Victor (Boavista-RJ), Higor Meritão (Ferroviária-SP), Filipe e Matheus Mathias (Corinthians-SP), Wandson (Atlético-CE) e Karl e Kazu (sem clube).

Craque: Da Silva. Promessa das categorias de base do Grêmio, o atacante Da Silva chega ao Paraná com muita expectativa. O jovem atacante de 21 anos teve um ótimo desempenho na base da equipe gaúcha, e terá a sua primeira oportunidade numa equipe profissional no Tricolor. Gravem esse nome, tem grandes possibilidades de ser a revelação do Campeonato Paranaense.

Técnico: Maurílio. Considerado por muitos o maior ídolo da história do Paraná Clube, Maurílio terá o seu maior desafio da carreira. Aos 51 anos, e ex-craque e agora treinador do Tricolor, chega ao clube após comandar o Itabaiana na Série D de 2020. Com um grande aval da torcida, o novo técnico do Paraná está participando da reformulação da equipe após o rebaixamento inédito à Série C do Brasileirão.

Retrospecto recente: O Paraná Clube terá um 2021 de reformulação. Na temporada passada, o Tricolor caiu pela primeira vez na sua história para a Série C do Campeonato Brasileiro e está passando por uma renovação. 17 jogadores foram contratados para a Série C e o clube espera chegar até às semifinais para garantir uma vaga na Copa do Brasil de 2022.


Rio Branco Sport Club

Fundação: 13 de outubro de 1913;
Cidade: Paranaguá;
Estádio: Nelson Medrado (Estradinha), com capacidade de 5 mil torcedores;
Participações em Paranaense: 52;
Títulos no Paranaense: nunca conquistou.

Time base: Lucas Macanhan; Léo Simas, Henrique Mattos, Márcio e Pedro Botelho; Altair, Zezinho, Demethryus e Bernardo; Marcelinho e Weverton.

Chegaram: Bernardo (Volta Redonda-RJ), Lucas Macanhan e Márcio (São Bento-SP), Demethryus e Léo Simas (Athletico), Weverton (Operário-MT), Fornazari (Comercial-MS), Douglas (Al-Shabab-EAU), Higor (Guarany de Sobral-CE), Juninho (São Joseense), Kevin Arroyo (LDU Portoviejo-EQU), Jacó (Grêmio Anápolis), Sílvio (Concórdia-SC), Clau (Azuriz), Henrique Mattos (Imperatriz-MA), Lucas Sotero (Unión Magdalena-COL), Altair (Vitória-ES), Edilson (Atlético-BA), Bruno Andrade (Rolândia), Matheuzinho (União Beltrão) e Bruno Furlan e Marcelinho (sem clube). 

Saíram: sem saídas

Craque: Bernardo. Revelado nas categorias de base do Cruzeiro, o meia Bernardo chega ao Rio Branco como o principal reforço para o Campeonato Paraense. Aos 30 anos, o atleta soma passagens também por Vasco, Palmeiras, Santos, Goiás, Coritiba dentre outros. Em 2020, Bernardo disputou a Série C do Brasileiro pelo Volta Redonda.

Técnico: Norberto Lemos. Velho conhecido da torcida, Norberto chega ao Leão da Estradinha para a sua quarta passagem (anteriormente, comandou o clube em 2009, 2010 e 2019). Aos 57 anos, o treinador retorna após passar duas temporadas no Andraus. 

Retrospecto recente: Eliminado nas quartas de finais do Paranaense 2020 para o FC Cascavel, o Rio Branco ficou inativo por seis meses devido a falta de calendário. Em 2021, o Leão da Estradinha vai em busca de uma campanha mais convincente com o objetivo de garantir vaga na Série D e Copa do Brasil de 2022.


Toledo Esporte Clube

Fundação: 10 de fevereiro de 2004;
Cidade: Toledo;
Estádio: 14 de Dezembro, com capacidade para 15.280 torcedores;
Participações em Paranaense: 13;
Títulos do Paranaense: nunca conquistou.

Time base: Paulo Sérgio; Gabriel Proença; Diogo Rangel; e João Neto; Vavá; Nicolas; Matheus Mota; Davi; Pedrinho; David; e Léo Porto.

Chegaram: Paulo Sérgio (Nação-SC), Nicolas (Barra Mansa-RJ), Márcio Damasceno (Rio Preto-SP), Jean Theodoro (Olímpia-SP), Gabriel Proença (Futebol da Albânia), Felipe Gama e Pedrinho (Batatais-SP), Léo Porto (Bahia de Feira-BA), Diogo Rangel (Futebol de Hong Kong), Matheus Motta (Futebol  de Gibraltar), João Carlos (Iguaçu), Marcelo Fernandes (FC Cascavel), Adriano (Tupynambás-MG), Davi (Jaguariúna-SP), Alemão e João Pedro (sem clube).

Saíram: Rômulo (América-RJ), Gustavo (Futebol de Luxemburgo), Tomazi (Valladares Gaia-POR), Felipe Recife (Uberlândia-MG), Guilherme Chiesa e Elson (Nacional-PB)

Craque: Nicolas. Recém-contratado, o meia-atacante de 26 anos chega ao Porco após indicação do técnico Valmir Israel. Nicolas foi destaque no Batatais na disputa da Série A-2 do Paulista do ano passado e depois atuou pelo Barra Mansa na segunda divisão carioca. Na temporada 2020, o novo reforço do Toledo realizou 28 jogos, marcou quatro gols e deu oito assistências.

Técnico: Valmir Israel. O treinador de 50 anos chega ao seu terceiro clube na carreira após comandar o Batatais na Série A-2 do Paulista do ano passado. Em 2019, foi eleito o melhor treinador da segunda divisão catarinense quando comandava o Fluminense do Itaum. 

Retrospecto recente: O ano de 2020 para o Toledo foi para esquecer. A equipe quase foi rebaixada para a divisão de acesso do Paranaense e fez uma péssima campanha no Campeonato Brasileiro da Série D. Após o vice-campeonato de 2019, o Porco vem para esta edição do Estadual buscando repetir a boa campanha de dois anos atrás. Para esta temporada, a equipe vem passando por uma grande reformulação e espera surpreender na primeira fase. 


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