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NA CABEÇA DO TORCEDOR #04 – Deley Jones

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Deley Jones (o terceiro na foto), 32 anos – Músico

@deleyjones

Foi a minha primeira vez no Couto Pereira. Eu já tinha ido em outros jogos na capital, contra o Athletico e Paraná, mas nunca diante do Coritiba. Na época, o Londrina estava no meio da tabela, começando a se recuperar na Série B, com o Dagoberto fazendo gols. Era um cenário muito bom para quebrar o longo tabu sem vitórias na capital.

O Tubarão ainda sonhava com o acesso, mesmo precisando de uma boa arrancada. Lembro que tive receio de ir, muito pela rivalidade com o Coxa, que é muito grande. Mas conversei com um grupo de amigos e resolvemos ir. Um dos amigos tinha uma casa na praia e até combinamos de descer lá em caso de vitória.

Chegamos no Couto Pereira em baixo de chuva, e aquele frio típico de Curitiba-PR marcou presença. Para entrar no estádio, passamos por uma revista que deu até medo, um clima bem pesado devido à rivalidade. Foi quase uma hora só para entrar no estádio. Ao entrar, fiquei impressionado com a quantidade de torcedores do Londrina. Tinha aproximadamente uns 300 londrinenses, num Couto Pereira vazio de coxas-brancas.

A torcida do Tubarão cantou mais alto que os do Coritiba por vários momentos do jogo. Em campo, o Londrina jogou de igual para igual com o Coxa, criando oportunidades, martelando e buscando o gol. Após o zagueiro Lucas Costa balançar às redes, a comemoração foi insana nas arquibancadas do visitante. Uma emoção inesquecível.

Na cabeça ficou passando um filme: “Vamos quebrar o tabu contra eles”. Até o apito final foi uma pressão gigantesca do Coxa. Cheguei a ficar com medo do Londrina tomar um gol no fim. Mas o LEC segurou o placar e quebrou o tabu que estava engasgado. Após o jogo fomos num barzinho comemorar, e demos de frente com alguns torcedores do Coxa. Ficamos com medo no início, mas foi tranquilo, tomamos uma com eles e até fizemos amizades. Depois, descemos para o litoral para comemorar essa grande vitória. Já na praia, finquei na areia uma bandeira do Londrina para demonstrar minha felicidade.

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NA CABEÇA DO TORCEDOR #04 Deley Jones (o terceiro na foto), 32 anos – Músico @deleyjones Foi a minha primeira vez no Couto Pereira. Eu já tinha ido em outros jogos na capital, contra o Athletico e Paraná, mas nunca diante do Coritiba. Na época, o Londrina estava no meio da tabela, começando a se recuperar na Série B, com o Dagoberto fazendo gols. Era um cenário muito bom para quebrar o longo tabu sem vitórias na capital. O Tubarão ainda sonhava com o acesso, mesmo precisando de uma boa arrancada. Lembro que tive receio de ir, muito pela rivalidade com o Coxa, que é muito grande. Mas conversei com um grupo de amigos e resolvemos ir. Um dos amigos tinha uma casa na praia e até combinamos de descer lá em caso de vitória. Chegamos no Couto Pereira em baixo de chuva, e aquele frio típico de Curitiba-PR marcou presença. Para entrar no estádio, passamos por uma revista que deu até medo, um clima bem pesado devido à rivalidade. Foi quase uma hora só para entrar no estádio. Ao entrar, fiquei impressionado com a quantidade de torcedores do Londrina. Tinha aproximadamente uns 300 londrinenses, num Couto Pereira vazio de coxas-brancas. A torcida do Tubarão cantou mais alto que os do Coritiba por vários momentos do jogo. Em campo, o Londrina jogou de igual para igual com o Coxa, criando oportunidades, martelando e buscando o gol. Após o zagueiro Lucas Costa balançar às redes, a comemoração foi insana nas arquibancadas do visitante. Uma emoção inesquecível. Na cabeça ficou passando um filme: "Vamos quebrar o tabu contra eles". Até o apito final foi uma pressão gigantesca do Coxa. Cheguei a ficar com medo do Londrina tomar um gol no fim. Mas o LEC segurou o placar e quebrou o tabu que estava engasgado. Após o jogo fomos num barzinho comemorar, e demos de frente com alguns torcedores do Coxa. Ficamos com medo no início, mas foi tranquilo, tomamos uma com eles e até fizemos amizades. Depois, descemos para o litoral para comemorar essa grande vitória. Já na praia, finquei na areia uma bandeira do Londrina para demonstrar minha felicidade.

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