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NA CABEÇA DO TORCEDOR #05 – Tales Sanches

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Tales Sanches (o último da foto), 26 anos – Relações Públicas

@talesanches


Eu não cresci assistindo o Londrina, mas desde o primeiro dia que fui ao estádio, e, principalmente, durante o acesso, eu percebi que estar próximo do clube, ter orgulho dessa camisa, era muito bom. A partir daí, passei a me identificar mais com o time da minha cidade.

A partida que me marcou para sempre foi o jogo de volta das quartas de finais do Paranaense 2015, entre Londrina e Maringá – repeteco da final de 2014 conquistada no Willie Davids, o nosso salão de festas. Mesmo com a derrota na primeira partida, aceitei o convite de alguns amigos e fui para a cidade vizinha assistir à partida.

O jogo foi no meio de semana. Me lembro que o estádio estava com um grande número de torcedores do Londrina. Não lotamos a nossa parte de visitantes, mas tinha um número bom. Começa o jogo com o @claudiotencati surpreendendo a torcida com uma escalação com três atacantes, algo muito raro. Logo no início, Gol do Maringá. Mas o bandeirinha salvou e marcou impedimento.

Alguns minutos depois, @diasrone8 abriu o placar para o Londrina. Ficamos tranquilo no momento, mas, perdemos um jogador por expulsão logo depois. O jogo não estava bom para o Tubarão, mas o @vitor1goleiro salvou a equipe várias vezes. Mas, logo no início do segundo tempo, o Maringá empatou a partida. Quando eu achava queno Londrina já estava eliminado, o volante Diogo Roque fez um gol improvável, levando a partida para os pênaltis – o mesmo cenário de 2014 -.

Começa as penalidades e logo na primeira cobrança, o Germano bateu muito mal e desperdiçou. Mas, o Vitor pegou o seguinte e trouxe tranquilidade. Na penúltima cobrança do LEC, o volante Léo Maringá (ex-queridinho da torcida adversária) marcou e calou as vaias no Willie Davids. Na última cobrança deles a bola foi na trave. LEC CLASSIFICADO.

A torcida azul celeste se sentiu em casa mais uma vez, e fez a festa no nosso salão favorito. Na comemoração, foi abraços, choro, gritos. Que sensação “louca” e inexplicável. Para encerrar a noite, ficamos um bom tempo no estádio esperando a torcida do Maringá ir embora para voltarmos para Londrina.

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NA CABEÇA DO TORCEDOR #05 Tales Sanches (o último da foto), 26 anos – Relações Públicas @talesanches Eu não cresci assistindo o Londrina, mas desde o primeiro dia que fui ao estádio, e, principalmente, durante o acesso, eu percebi que estar próximo do clube, ter orgulho dessa camisa, era muito bom. A partir daí, passei a me identificar mais com o time da minha cidade. A partida que me marcou para sempre foi o jogo de volta das quartas de finais do Paranaense 2015, entre Londrina e Maringá – repeteco da final de 2014 conquistada no Willie Davids, o nosso salão de festas. Mesmo com a derrota na primeira partida, aceitei o convite de alguns amigos e fui para a cidade vizinha assistir à partida. O jogo foi no meio de semana. Me lembro que o estádio estava com um grande número de torcedores do Londrina. Não lotamos a nossa parte de visitantes, mas tinha um número bom. Começa o jogo com o @claudiotencati surpreendendo a torcida com uma escalação com três atacantes, algo muito raro. Logo no início, Gol do Maringá. Mas o bandeirinha salvou e marcou impedimento. Alguns minutos depois, @diasrone8 abriu o placar para o Londrina. Ficamos tranquilo no momento, mas, perdemos um jogador por expulsão logo depois. O jogo não estava bom para o Tubarão, mas o @vitor1goleiro salvou a equipe várias vezes. Mas, logo no início do segundo tempo, o Maringá empatou a partida. Quando eu achava queno Londrina já estava eliminado, o volante Diogo Roque fez um gol improvável, levando a partida para os pênaltis – o mesmo cenário de 2014 -. Começa as penalidades e logo na primeira cobrança, o Germano bateu muito mal e desperdiçou. Mas, o Vitor pegou o seguinte e trouxe tranquilidade. Na penúltima cobrança do LEC, o volante Léo Maringá (ex-queridinho da torcida adversária) marcou e calou as vaias no Willie Davids. Na última cobrança deles a bola foi na trave. LEC CLASSIFICADO. A torcida azul celeste se sentiu em casa mais uma vez, e fez a festa no nosso salão favorito. Na comemoração, foi abraços, choro, gritos. Que sensação "louca" e inexplicável. Para encerrar a noite, ficamos um bom tempo no estádio esperando a torcida do Maringá ir embora para voltarmos para Londrina.

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