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NA CABEÇA DO TORCEDOR #06 – Talita Vit

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Talita, 30 anos – Engenheira

@talitavit


Essa semana me perguntaram sobre um jogo do Londrina que ficou marcado para mim e pensei em inúmeros momentos que acompanhei. Alguns pela televisão e outros na arquibancada. Logo veio na cabeça o primeiro jogo no estádio, a primeira viagem, e é claro, a final da Primeira Liga.

Mas o jogo que mais me emocionou não foi um mata-mata ou uma tinal, mas sim um jogo de meio da tabela da Série B, entre Londrina e Vila Nova. O Tubarão teve um começonde campeonato muito ruim, terminando o primeiro turno no Z4. Mas o segundo turno, meus amigos, quanta emoção. Depois do primeiro turno flertando com o rebaixamento, o sonho da série A nunca esteve tão vivo no segundo turno.

Esse jogo contra o Vila Jova foi um misto de emoção, oscilando com angústia na arquibancada, principalmente com a possibilidade dr acesso se distanciando e sorrisos esperançosos em meio à lagrimas de felicidade. O Londrina estava invicto há oito jogos e estava encostadinho no G-4. O estádio do Café estava cheio, mesmo em baixo de uma garoa. Estava ansiosa e angustiada ao mesmo tempo esperando a partida começar.

Começa o jogo e logo levamos o primeiro susto. O Vila Nova dominou o primeiro tempo. Na frente, o Dagol era a nossa principal esperança. Logo no começo do segundo tempo o Vila abre o placar, dando uma ducha de água fria na torcida. Estava chateada, até que o Dagoberto bateu uma falta e o Carlos Henrique empatou no rebote.

Logo depois, Felipe Marques virou o jogo explodindo o estádio do Café. Mas, aos 43 minutos, outra ducha de água fria. Rafael Silva empatou o jogo. Mesmo com o sentimento de tristeza, a torcida continuou cantando. O meu coração estava na mão. 45 minutos do segundo tempo, a chuva apertando.

Paulinho abençoado Moccellin corre até o fundo da grande área apertandona saída de bola do goleiro e sofre o pênalti. Moccellin com o nariz sangrando, muvuca pra cima do juiz e o goleiro do Vila expulso. Eu já nem sabia se queria ver a cobrança. Dagol bate a bola pega no travessão e entra. Meu Deus, gol do Londrina. Faltou força na perna, sentei na arquibancada e agradeci a chuva para esconder às lagrimas. QUE JOGO!

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NA CABEÇA DO TORCEDOR #06 Talita, 30 anos – Engenheira @talitavit Essa semana me perguntaram sobre um jogo do Londrina que ficou marcado para mim e pensei em inúmeros momentos que acompanhei. Alguns pela televisão e outros na arquibancada. Logo veio na cabeça o primeiro jogo no estádio, a primeira viagem, e é claro, a final da Primeira Liga. Mas o jogo que mais me emocionou não foi um mata-mata ou uma tinal, mas sim um jogo de meio da tabela da Série B, entre Londrina e Vila Nova. O Tubarão teve um começonde campeonato muito ruim, terminando o primeiro turno no Z4. Mas o segundo turno, meus amigos, quanta emoção. Depois do primeiro turno flertando com o rebaixamento, o sonho da série A nunca esteve tão vivo no segundo turno. Esse jogo contra o Vila Jova foi um misto de emoção, oscilando com angústia na arquibancada, principalmente com a possibilidade dr acesso se distanciando e sorrisos esperançosos em meio à lagrimas de felicidade. O Londrina estava invicto há oito jogos e estava encostadinho no G-4. O estádio do Café estava cheio, mesmo em baixo de uma garoa. Estava ansiosa e angustiada ao mesmo tempo esperando a partida começar. Começa o jogo e logo levamos o primeiro susto. O Vila Nova dominou o primeiro tempo. Na frente, o Dagol era a nossa principal esperança. Logo no começo do segundo tempo o Vila abre o placar, dando uma ducha de água fria na torcida. Estava chateada, até que o Dagoberto bateu uma falta e o Carlos Henrique empatou no rebote. Logo depois, Felipe Marques virou o jogo explodindo o estádio do Café. Mas, aos 43 minutos, outra ducha de água fria. Rafael Silva empatou o jogo. Mesmo com o sentimento de tristeza, a torcida continuou cantando. O meu coração estava na mão. 45 minutos do segundo tempo, a chuva apertando. Paulinho abençoado Moccellin corre até o fundo da grande área apertandona saída de bola do goleiro e sofre o pênalti. Moccellin com o nariz sangrando, muvuca pra cima do juiz e o goleiro do Vila expulso. Eu já nem sabia se queria ver a cobrança. Dagol bate a bola pega no travessão e entra. Meu Deus, gol do Londrina. Faltou força na perna, sentei na arquibancada e agradeci a chuva para esconder às lagrimas. QUE JOGO!

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