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NA CABEÇA DO TORCEDOR #08 – Guilherme Belarmino

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Guilherme Belarmino, lutador

@guilhermebelarlindo

Essa semana me perguntaram sobre um jogo do Londrina que ficou marcado para mim e pensei em inúmeros momentos que acompanhei, viagens, história de jogos em casa, acompanho o Londrina de perto desde 1992, entrei na mancha azul (extinta torcida que juntou com a Falange azul) assim entrei pra Falange em 1996, 97.

De 2002 a 2005 fui em praticamente Todos os jogos do Londrina, dentro e fora de casa. Vou citar um fora, mais precisamente em Paranoá, cidade satélite de Brasília, válido pela Série C de 2005. Fomos de carro, Eu, Bide, Garrafinha, Caveira e o netão. Saímos mais cedo, pois a torcida é amiga do pessoal do Brasiliense, que é amigo do Paranoá, e tinha uma galera da Esquadrão, torcida do Vila Nova de Goiás.

No caminho já em MG, encontramos 2 amigos do Cruzeiro, indo apé de Belo Horizonte pra Brasília. Estavam pagando uma promessa. Escreveram um livro do percurso. Chegando em Brasília, fomos passear na cidade e encontrar os amigos da Febre Amarela, torcida do Brasiliense.

No almoço fomos pra Paranoá, fomos recepcionados pela torcida Sucuri Mania, torcida do Paranoá. O pessoal nos recebeu tão bem que fomos desfilar de Trio Elétrico. Me lembro como de fosse hoje, o pessoal nos aplaudindo pela cidade, sem contar os “elogios” pessoal do sul era “lindo”.Fomos para o estádio.

Fico imaginando hoje se poderia ter jogo lá. Não tinha praticamente arquibancada. Ficamos ” no meio do mato”. Como sempre o Londrina nos deu aquela surpresa, quem lembra do goleiro Ferronato. Saiu de lá como “Frangonato”, depois de um senhor frango.

Fiquei atrás do gol, gritando loucamente, o técnico na época o substituiu. Fico imaginando a loucura, perdemos então de 1×0. Tristes fomos convidados após o jogo ir para um bar local. Era tipo Sodoma Gomora. Mas tinha bebida e comida liberada.

A volta foi triste com a derrota, mais feliz com o rolê e amigos. Foi 1100 km pra chegar na segunda atarde e ir direto pro trabalho. No outro final de semana o londrina jogava novamente e lá estava eu. Dessa vez classificamos com 1×0 e fomos para os pênaltis. E vencemos 4×3.

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NA CABEÇA DO TORCEDOR #08 Guilherme Belarmino, lutador @guilhermebelarlindo Essa semana me perguntaram sobre um jogo do Londrina que ficou marcado para mim e pensei em inúmeros momentos que acompanhei, viagens, história de jogos em casa, acompanho o Londrina de perto desde 1992, entrei na mancha azul (extinta torcida que juntou com a Falange azul) assim entrei pra Falange em 1996, 97. De 2002 a 2005 fui em praticamente Todos os jogos do Londrina, dentro e fora de casa. Vou citar um fora, mais precisamente em Paranoá, cidade satélite de Brasília, válido pela Série C de 2005. Fomos de carro, Eu, Bide, Garrafinha, Caveira e o netão. Saímos mais cedo, pois a torcida é amiga do pessoal do Brasiliense, que é amigo do Paranoá, e tinha uma galera da Esquadrão, torcida do Vila Nova de Goiás. No caminho já em MG, encontramos 2 amigos do Cruzeiro, indo apé de Belo Horizonte pra Brasília. Estavam pagando uma promessa. Escreveram um livro do percurso. Chegando em Brasília, fomos passear na cidade e encontrar os amigos da Febre Amarela, torcida do Brasiliense. No almoço fomos pra Paranoá, fomos recepcionados pela torcida Sucuri Mania, torcida do Paranoá. O pessoal nos recebeu tão bem que fomos desfilar de Trio Elétrico. Me lembro como de fosse hoje, o pessoal nos aplaudindo pela cidade, sem contar os "elogios" pessoal do sul era "lindo".Fomos para o estádio. Fico imaginando hj se poderia ter jogo lá. Não tinha praticamente arquibancada. Ficamos " no meio do mato". Como sempre o Londrina nos deu aquela surpresa, quem lembra do goleiro Ferronato. Saiu de lá como "Frangonato", depois de um senhor frango. Fiquei atrás do gol, gritando loucamente, o técnico na época o substituiu. Fico imaginando a loucura, perdemos então de 1×0. Tristes fomos convidados após o jogo ir para um bar local. Era tipo Sodoma Gomora. Mas tinha bebida e comida liberada. A volta foi triste com a derrota, mais feliz com o rolê e amigos. Foi 1100 km pra chegar na segunda atarde e ir direto pro trabalho. No outro final de semana o londrina jogava novamente e lá estava eu. Dessa vez classificamos com 1×0 e fomos para os pênaltis. E vencemos 4×3.

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